O que aceitamos e o que recusamos.
Sete frases curtas que orientam o trabalho. Não são slogans — são filtros que aplicamos antes de aceitar um projeto.
- 01
Não vendemos IA quando não é precisa.
Se o teu problema se resolve com uma automação simples ou uma macro, é isso que recomendamos. Vender modelos de IA a quem não os precisa é a forma mais cara de perder a tua confiança.
- 02
Sem lock-in. Saímos quando saíres.
Sem dependências obscuras, sem APIs proprietárias que só funcionam connosco. O que entregamos é mantível por qualquer equipa competente. Entrega em repositório do cliente, contas cloud em nome do cliente e modelos próprios são opções contratualizáveis em proposta — não vêm por defeito, mas estão sempre disponíveis. Não te prendemos.
- 03
Sprint inicial sem custo.
A primeira semana de execução é gratuita. Se a abordagem não convencer, encerramos sem fatura. É a única forma honesta de pedir confiança a quem ainda não nos conhece.
- 04
Honestidade técnica antes de venda.
Dizemos quando uma ideia não vai escalar. Dizemos quando não somos a melhor opção. Perdemos contratos por isto. É o trade-off — e está bem assim.
- 05
Poucos clientes ao mesmo tempo.
Trabalhamos com poucos clientes em paralelo para garantir qualidade e tempo de atenção. Quando estamos cheios, dizemos. Quando temos espaço, é porque acabámos algo bem.
- 06
Privacidade e RGPD por defeito.
Dados em servidores europeus por defeito. Auto-hospedagem disponível para casos sensíveis. Nunca treinamos modelos com os teus dados sem consentimento explícito.
- 07
Documentação não é opcional.
Tudo o que entregamos vem com explicação clara — para a tua equipa actual e para o engenheiro que entrar daqui a dois anos. Software sem documentação é software descartável.
Se isto faz sentido para ti, falamos.
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